top of page

25 suspeitos de integrar a quadrilha novo cangaço são mortos em confronto com a polícia em Varginha

Nesse domingo (31), uma troca de tiros em dois sítios nos arredores de Varginha, no Sul de Minas Gerais, deixou 25 mortos que eram suspeitos de integrar uma quadrilha criminosa conhecida como novo cangaço. O confronto teve início após ação conjunta da Polícia Rodoviária Federal (PRF) e da Polícia Militar (PM).



Suspeitos reuniam arsenal de guerra nos dois imóveis no perímetro rural. Conforme informações obtidas com exclusividade pela Itatiaia, pelo menos dez fuzis foram recolhidos e explosivos, além de uma escopeta calibre 12 e três metralhadoras ponto 50 – capazes de derrubar até aeronaves. De acordo com a capitão Layla Brunnella, porta-voz da Polícia Militar (PM), a quadrilha de roubos a banco era composta por inúmeros criminosos.


O novo cangaço é o nome dado a uma quadrilhas especializadas em grandes assaltos a bancos, a expressão. O bando é responsável por crimes de grande repercussão, como o assalto à unidade do Banco do Brasil em Araçatuba, São Paulo, onde os suspeitos tentaram roubar cerca de R$ 90 milhões, quando usaram populares como escudos-humanos. As ações do novo cangaço são marcadas por extrema violência.




NOVO CANGAÇO


Usada para designar quadrilhas especializadas em grandes assaltos a bancos, a expressão “novo cangaço” foi cunhada há cerca de três décadas no Brasil. Bandos são responsáveis por crimes de grande repercussão, como o assalto à unidade do Banco do Brasil em Araçatuba, em São Paulo, onde os suspeitos pretendiam R$ 90 milhões e impactaram o país com imagens de populares usados como escudos-humanos.


Em Minas Gerais, bem como em outras regiões do país, os suspeitos não chegam às cidades sem estar munidos com forte armamento – como metralhadoras de alto calibre capazes de derrubar aeronaves, fuzis e pistolas; alguns utilizam também carros blindados, e coletes balísticos são itens indispensáveis para esses criminosos. As ações do novo cangaço são marcadas por extrema violência.

0 visualização0 comentário
bottom of page