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Lagoa do Barro do Piauí cresce mais de 152%, diz IBGE

Nessa sexta-feira (17), foram divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) e pela Secretaria de Estado do Planejamento (Seplan), os resultados do Produto Interno Bruto (PIB) dos municípios piauienses, referentes ao ano de 2019, e a cidade que mais avançou foi Lagoa do Barro do Piauí, chegando a crescer 152,1%, seguido de João Costa, com aumento de 102,4%.




As motivações dessa expansão econômica são às atividades de indústria de geração e distribuição de energia elétrica, devido aos empreendimentos de energias renováveis provenientes de fontes eólica e solar. Destacam-se também a cidade de São João do Piauí, com atividades de consultoria e gestão, geração de energia elétrica de fonte solar e comércio varejista; Júlio Borges pela extração de calcário e dolomita; e Marcolândia a partir da geração de energia eólica e comércio varejista de combustíveis e gás liquefeito.

Em temos gerais o município com o maior PIB, foi novamente Teresina, com R$ 22 bilhões, o que representa 41,7% do PIB estadual e crescimento nominal de 5,1% em relação ao ano anterior. Em seguida Parnaíba, com geração de R$ 2,6 bilhões, depois Picos, Uruçuí, Floriano, Baixa Grande do Ribeiro, Bom Jesus, Piripiri, Campo Maior e Guadalupe. Estas cidades juntas somam 61,91% da produção econômica estadual e 40,80% da população piauiense.

O PIB de todo Piauí, ficou em R$ 52,7 bilhões, o que acarretou em uma retração econômica de -0,6%, se comparado com o de 2018. Por outro lado, o Estado manteve sua participação de 5% no PIB da Região Nordeste e de 0,7% em relação ao Brasil, continuando também com crescimento acumulado superior ao do País e ao da região entre 2010 e 2019. Neste período, acumulou crescimento nominal de 21,9%, enquanto que o Nordeste cresceu apenas 9,7% e o Brasil 6,8%.


Já o PIB per capita do Estado foi de R$ 16,1 mil, apresentando um crescimento de 4,5% com relação ao ano anterior e superando o do Maranhão. No Piauí, em 2019, os dez municípios com maiores índices têm em comum economias baseadas sobretudo na agropecuária e indústria.



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